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Botafogo, Rio de Janeiro, RJ, Brazil
CRA-RJ: 03-03161 Tecnóloga em Processamento de Dados | Analista de Sistemas Senior, Web Developer, Back-end, Técnica de Administração, Designer Gráfico
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domingo, 22 de dezembro de 2019

SQL - Filtros de Seleção




7. SQL - FILTROS DE SELEÇÃO 

Os comandos abordados até então, são utilizados em relação à estrutura das tabelas em sua totalidade. 

Para busca e seleção de áreas específicas das tabelas devemos acrescentar o complemento WERE em alguns dos comandos abordados anteriormente para que a operação somente seja realizada nos registros que atenderem as condições especificadas, neste sentido, faz-se necessário a abordagem do conceito de operadores. 

OPERADORES RELACIONAIS: 

• Igual (=), Diferente (!=) 

• Maior (>), Maior ou igual (>=) 

• Menor (<), Menor ou igual (<=) 

• Nulo (IS NULL), ou não-nulo (IS NOT NULL) 

• Entre intervalo (BETWEEN) 

• Valor parcial (like) 


OPERADORES LÓGICOS: 

• AND 
• OR 
• NOT 


Para exemplo de aplicação, adotemos duas situações distintas: 

1º Buscar no banco de dados todas as informações referentes a uma determinada pessoa através do nº de CPF; 

2º Pesquisar quantas pessoas com idade superior a vinte anos estão cadastradas no sistema 

SINTAXE: 
SELECT Campos FROM Tabela WHERE Condição

SELECT * FROM Pessoas WHERE CPF = '111.111.111-11'
SELECT NOME FROM PESSOAS WHERE IDADE > 20


Para atualização de campos específicos, podemos utilizar o comando UPDATE seguido do complemento WERE, exemplos a seguir: 

Se fosse necessário atualizar o nome do titular do CPF 222.222.222-22 para Fábio, usaríamos a sintaxe abaixo, o mesmo se aplica a mudança de idade para 25 anos do usuário Mário no segundo exemplo 

UPDATE Tabela SET Campo = Valor WHERE Condição
UPDATE PESSOAS SET NOME = 'Fabio' WHERE  CPF = '222.222.222-22'
UPDATE PESSOAS SET IDADE = 25 WHERE NOME = 'Mario'


Para deletar campos específicos sem excluir a tabela inteira, podemos usar o comando DELETE precedido do complemento WERE.

DELETE FROM Tabela WHERE Condição
DELETE FROM PESSOAS WHERE CPF = '222.222.222-22'
DELETE FROM PESSOAS WHERE NOME = 'Mario'


8. RELACIONAMENTOS NO SQL 

Para relacionarmos tabelas, utilizamos o parâmetro JOIN, sua sintaxe é:

SELECT Nome dos Campos FROM Nome-da-Tabela1 
JOIN Nome-da-Tabela2  ON Nome-da-Tabela3 

SELECT Campos FROM T1 JOIN T2 ON T1.FK=T2.PK
Condição: Relacionar chave estrangeira da Tabela1 com chave primária da Tabela2. Isto não é uma regra, aplica-se ao exemplo.

Se os campos em comum entre as tabelas possuírem o mesmo nome, podemos usar esta sintaxe:  

SELECT Nome dos Campos FROM T1 JOIN T2 USING Chave
Observação: onde Chave é o nome da chave da tabela.


INNER JOIN

SELECT * FROM Alunos JOIN Cursos ON Alunos.CPF = Cursos.CPF


SQL - Indice, Chave e Relacionamento da Tabela


SQL - Indice da Tabela


Criar Índice = CREATE INDEX Nome ON

Alterar Índice = ALTER INDEX TabelaEColuna

Exclusão Indice = DROP INDEX Nome Propriedade Nome

OBS: O comando DROP INDEX remove o índice, mas não remove os dados no campo em questão.



4. NORMALIZAÇÃO DE DADOS 
(RELACIONAMENTOS E CHAVES) 

Normalização de dados é um termo que está intimamente ligado a Relacionamentos, que por sua vez é ligado a chaves. 

• Relacionamentos = São ligações entre tabelas onde existes um ou mais campos em comum entre as tabelas relacionadas conhecidos como campos chaves. 

• Campos Chaves = São valores que apresentam “referência” de uma tabela em outra (chave de identificação). As tabelas dos bancos de dados são compostas por linhas e colunas, sendo que algumas das colunas podem apresentar características especificas de acordo com a forma com que a tabela foi construída ou da aplicação que será construída sob o banco de dados, geralmente algumas colunas são criadas especificamente para gerar relacionamentos entre duas ou mais tabelas, tais colunas são denominadas “colunas chaves”. 


4.1 Tipos de Chaves 

1. Chaves Primárias (Primary Key – PK), os valores são únicos (não se repetem nos registros da tabela). Esta característica também é denominada de identificador único. 

2. Chave Composta é formada pela composição de duas ou mais colunas para gerar um identificador único, podendo significar que nenhum campo isoladamente possa se tornar a chave primária, sendo necessário dois ou mais campos para gerar uma combinação única de cada registro. 

 Neste exemplo o nº de CPF é utilizado como chave primária, não pode haver duas pessoas com o mesmo número de CPF. Em uma tabela de cadastro de alunos, o mesmo se aplica ao número de RA (Registro de Aluno) 

Usando a mesma tabela do exemplo anterior, neste caso, se o nº de CPF dependesse de cada estado, a identificação seria composta pela chave estrangeira. 

3. Chave Estrangeira (Foreign Key – FK), modelo adotado onde a coluna armazena a chave primária de outra tabela (referência), não sendo necessário preencher todas as informações que são “buscadas” através do código ou informação atrelada. 

Neste exemplo, a tela de cadastro utiliza uma tabela que armazena os dados utilizando o número de matrícula como uma chave estrangeira, sendo que, este mesmo campo é a chave primária no cadastro de funcionários (RH) 

4.2 Tipos de Relacionamentos 

a) Relacionamento 1 para 1 (1:1), para cada registro na primeira tabela existe no máximo um correspondente na segunda tabela, e vice-versa. 

Neste exemplo, existe um único correspondente na tabela 2 para a tabela 1 em virtude de cada pessoa possuir um número específico de CPF.

b) Relacionamento 1 para muitos (1:*), neste tipo de relacionamento, para cada registro na primeira tabela podem haver dois ou mais correspondentes na segunda tabela, mas para cada registro na segunda tabela deve haver apenas um correspondente na primeira tabela. Neste exemplo, um indivíduo pode ser proprietário de mais de um automóvel, sendo possível também que outra pessoa não possua nenhum automóvel registrado em seu número de CPF.

c) Relacionamento muitos para muitos (*:*), para cada registro da primeira tabela podem existir um ou mais correspondentes na segunda tabela, e vice-versa. Neste exemplo, uma pessoa pode exercer mais de uma profissão, assim como, uma determinada profissão possa ser exercida por mais de uma pessoa.


A Linguagem SQL tem como grandes virtudes sua capacidade de gerenciar índices, sem a necessidade de controle individualizado de índice corrente, algo muito comum nas linguagens de manipulação de dados do tipo registro a registro. 



SQL - Tipos de Dados


4.3 Tipos de Dados SQL 

Abaixo segue uma relação dos tipos de dados básicos do SQL Server, sendo que os tipos que estiverem marcados com * somente funcionam a partir do SQL Server 2000 


• TINYINT: 
Valores numéricos inteiros variando de 0 até 256 


• SMALLINT: 
Valores numéricos inteiros variando de –32.768 até 32.767 


• INT: 
Valores numéricos inteiros variando de -2.147.483.648 até 2.147.483.647 

• BIGINT:
Valores numéricos inteiros variando de -92.23.372.036.854.775.808 até 9.223.372.036.854.775.807 


• BIT: 
Somente pode assumir os valores 0 ou 1. Utilizado para armazenar valores lógicos. 


• DECIMAL(I,D) e NUMERIC(I,D): Armazenam valores numéricos inteiros com casas decimais utilizando precisão. onde:
I - deve ser substituído pela quantidade de dígitos total do número 
D - deve ser substituído pela quantidade de dígitos da parte decimal (após a vírgula). 

DECIMAL e NUMERIC possuem a mesma funcionalidade, porém DECIMAL faz parte do padrão ANSI e NUMERIC é mantido por compatibilidade. 

Por exemplo, DECIMAL(8,2) armazena valores numéricos decimais variando de – 999999,99 até 999999,99 

* Lembrando sempre que o SQL Server internamente armazena o separador decimal como ponto (.) e o separador de milhar como vírgula (,). Essas configurações INDEPENDEM de como o Windows está configurado no painel de controle e para DECIMAL E NUMERIC, somente o separador decimal (.) é armazenado. 


• SMALLMONEY: 
Valores numéricos decimais variando de -214.748,3648 até 214.748,3647 


• MONEY:
Valores numéricos decimais variando de -922.337.203.685.477,5808  até  922.337.203.685.477,5807 


• REAL: 
Valores numéricos aproximados com precisão de ponto flutuante, indo de -3.40E + 38 até 3.40E + 38 


• FLOAT: 
Valores numéricos aproximados com precisão de ponto flutuante, indo de -1.79E + 308  até  1.79E + 308 


• SMALLDATETIME: 
Armazena hora e data variando de 1 de janeiro de 1900 até 6 de junho de 2079. A precisão de hora é armazenada até os segundos. 


• DATETIME: 
Armazena hora e data variando de 1 de janeiro de 1753 até 31 de Dezembro de 9999. A precisão de hora é armazenada até os centésimos de segundos. 


• CHAR(N): 
Armazena N caracteres fixos (até 8.000) no formato não Unicode. Se a quantidade de caracteres armazenada no campo for menor que o tamanho total especificado em N, o resto do campo é preenchido com espaços em branco.


• VARCHAR(N): 
Armazena N caracteres (até 8.000) no formato não Unicode. Se a quantidade de caracteres armazenada no campo for menor que o tamanho total especificado em N, o resto do campo não é preenchido. 


• TEXT: 
Armazena caracteres (até 2.147.483.647) no formato não Unicode. Se a quantidade de caracteres armazenada no campo for menor que 2.147.483.647, o resto do campo não é preenchido. Procure não utilizar este tipo de dado diretamente, pois existem funções específicas para trabalhar com este tipo de dado. 


• NCHAR(N): 
Armazena N caracteres fixos (até 4.000) no formato Unicode. Se a quantidade de caracteres armazenada no campo for menor que o tamanho total especificado em N, o resto do campo é preenchido com espaços em branco. 


• NVARCHAR(N): 
Armazena N caracteres (até 4.000) no formato Unicode. Se a quantidade de caracteres armazenada no campo for menor que o tamanho total especificado em N, o resto do campo não é preenchido. 


• NTEXT: 
Armazena caracteres (até 1.073.741.823) no formato Unicode. Se a quantidade de caracteres armazenada no campo for menor que 1.073.741.823, o resto do campo não é preenchido. Procure não utilizar este tipo de dado diretamente, pois existem funções específicas para trabalhar com este tipo de dado. 



SQL - Agrupamento GROUP BY


GROUP BY - Agrupamentos 

As funções de grupo operam sobre grupos de tuplas(linhas). Retornam resultados baseados em grupos de tuplas em vez de resultados de funções por tupla individual. 

A claúsula "group by" do comando "select" é utilizada para dividir tuplas em grupos menores. 

A cláusula "GROUP BY" pode ser usada para dividir as tuplas de uma tabela em grupos menores. As funções de grupo devolvem uma informação sumarizada para cada grupo. 

16) Apresente a média de salário pagos por departamento. 

Resp: SELECT DUPNUME, AVG(EMPSALA) FROM EMP GROUP BY DEPNUME; 

Observação: Qualquer coluna ou expressão na lista de seleção, que não for uma função agregada, deverá constar da claúsula "group by". Portanto é errado tentar impor uma "restrição" do tipo agregada na cláusula Where. Having 

A cláusula "HAVING" pode ser utilizada para especificar quais grupos deverão ser exibidos, portanto restringindo-os. 

17) Retome o problema anterior, porém apresente resposta apenas para departamentos com mais de 10 empregados. 

Resp: SELECT DEPNUME, AVG(EMPSALA) FROM EMP GROUP BY DEPNUME HAVING COUNT(*) > 3; 

Observação.: A claúsula "group by" deve ser colocada antes da "having", pois os grupos são formados e as funções de grupos são calculadas antes de se resolver a cláusula "having". 

A cláusula "where" não pode ser utilizada para restringir grupos que deverão ser exibidos. 

Exemplificando ERRO típico - Restringindo Média Maior que 1000: 

SELECT DEPNUME, AVG(EMPSALA) FROM EMP WHERE AVG(SALARIO) > 1000 GROUP BY DEPNUME; 
( Esta seleção está ERRADA! ) 

SELECT DEPNUME, AVG(EMPSALA) FROM EMP GROUP BY DEPNUME HAVING AVG(EMPSALA) > 1000; 
( Seleção Adequada ) 

Seqüência no comando "Select": 

SELECT coluna(s) FROM tabela(s) WHERE condições das tuplas GROUP BY condições dos grupos de tuplas HAVING condições dos grupos de tuplas ORDER BY colunas; 

O "sql" fará a seguinte avaliação: 

a) WHERE, para estabelecer tuplas individuais candidatas (não pode conter funções de grupo) 

b) GROUP BY, para fixar grupos. 

c) HAVING, para selecionar grupos para exibição. 

Equi-Junção (junção por igualdade) - O relacionamento existente entre tabelas é chamado de equi-junção, pois os valores de colunas das duas tabelas são iguais. 

A Equi-junção é possível apenas quando tivermos definido de forma adequada a chave estrangeira de uma tabela e sua referência a chave primária da tabela precedente. 

Apesar de admitir-se em alguns casos, a equi-junção de tabelas, sem a correspondência Chave Primária-Chave Estrangeira, recomendamos fortemente não utilizar este tipo de construção, pois certamente em nenhum momento nos exemplos propostos em nossa disciplina SQL ou nas disciplinas de Análise e Projeto de Sistemas, serão necessárias tais junções. 

18) Listar Nomes de Empregados, Cargos e Nome do Departamento onde o empregado trabalha. 

Resp: Observemos que dois dos três dados solicitados estão na Tabela Emp, enquanto o outro dado está na Tabela Dept. 

Deveremos então acessar os dados restringindo convenientemente as relações existentes entre as tabelas.  De fato sabemos que DEPNUME é chave primária da tabela de Departamentos e também é chave estrangeira da Tabela de Empregados. Portanto, este campo será o responsável pela equi-junção. 

SELECT A.EMPNOME, A.EMPSERV, B.DEPNOME FROM EMP A, DEPT B WHERE A.DEPNUME = B.DEPNUME; 

Observação: 

Note que as tabelas quando contém colunas com o mesmo nome, usa-se um apelido "alias" para substituir o nome da tabela associado a coluna. 

Imagine que alguém tivesse definido NOME para ser o Nome do Empregado na Tabela de Empregados e também NOME para ser o Nome do Departamento na Tabela de Departamentos. 

Tudo funcionaria de forma adequada, pois o aliás se encarregaria de evitar que uma ambiqüidade fosse verificada. 

Embora o SQL resolva de forma muito elegante o problema da nomenclatura idêntica para campos de tabelas, recomendamos que o estudante fortemente evite tal forma de nomear os campos. 

O SQL nunca confundirá um A.NOME com um B.NOME, porém podemos afirmar o mesmo de nós mesmos? 

19) Liste os Códigos do Cada Funcionário, seus Nomes, seus Cargos e o nome do Gerente ao qual este se relaciona. 

Resp: Precisamos criar um auto-relacionamento, ou seja, juntar uma tabela a ela própria. É possível juntarmos uma tabela a ela mesma com a utilização de apelidos, permitindo juntar tuplas da tabela a outra tuplas da mesma tabela. 

SELECT A.EMPNUME, A.EMPNOME, A.EMPSERV, B.EMPNOME FROM EMP A, EMP B WHERE A.EMPGERE = B.EMPNUME; 

As Sub-Consultas Uma sub-consulta é um comando "select" que é aninhado dentro de outro "select" e que devolve resultados intermediários. 

20) Relacione todos os nomes de funcionários e seus respectivos cargos, desde que o orçamento do departamento seja igual a 300000. 

Resp: SELECT EMPNOME, EMPSERV FROM EMP A WHERE 300000 IN (SELECT DEPORCA FROM DEPT WHERE DEPT.DEPNUME = A.DEPNUME ); 

Nota: Observe que a cláusula IN torna-se verdadeira quando o atributo indicado está presente no conjunto obtido através da subconsulta. 

21) Relacione todos os departamentos que possuem empregados com remuneração maior que 3500. 

Resp: SELECT DEPNOME FROM DEPT A WHERE EXISTS (SELECT * FROM EMP WHERE EMPSALA > 3500 AND EMP.DEPNUME = A.DEPNUME'); 

Nota: Observe que a cláusula EXISTS indica se o resultado de uma pesquisa contém ou não tuplas. Observe também que poderemos verficar a não existência (NOT EXISTS) caso esta alternativa seja mais conveniente.

SQL - Funções de Caracteres


SQL - Funções de Caracteres 

Lower - força caracteres maiúsculos aparecerem em minúsculos. 

Upper - força caracteres minúsculos aparecerem em maiúsculos. 

Concat(x,y)- concatena a string "x" com a string "y". 

Substring(x,y,str)- extrai um substring da string "str", começando em "x", e termina em "y". 

To_Char(num)- converte um valor numérico para uma string de caracteres. 

To_Date(char,fmt)- converte uma string caracter em uma data. ^Q - converte data para o formato apresentado. 


Apresente o nome de todos os empregados em letras minúsculas. 
Resp: SELECT LOWER( EMPNOME ) FROM EMP; 


Apresente o nome de todos os empregados (somente as 10 primeiras letras). 
Resp: SELECT SUBSTRING (1,10,EMPNOME) FROM EMP; 


Apresente o nome de todos os empregados admitidos em 01/01/80. 

Resp: SELECT * FROM EMP WHERE EMPADMI = ^Q"DD-AAA-YYYY"("01-JAN-1980"); 
ou SELECT * FROM EMP WHERE EMPADMI = ^Q("01-JAN-1980"); 


Funções Agregadas (ou de Agrupamento) função retorno avg(n) média do valor n, ignorando nulos count(expr) vezes que o número da expr avalia para algo nao nulo max(expr) maior valor da expr min(expr) menor valor da expr sum(n) soma dos valores de n, ignorando nulos 


Apresente a Média, o Maior, o Menor e também a Somatória dos Salários pagos aos empregados. 

Resp: 
SELECT AVG(EMPSALA) FROM EMP; 
SELECT MIN(EMPSALA) FROM EMP; 
SELECT MAX(EMPSALA) FROM EMP; 
SELECT SUM(EMPSALA) FROM EMP; 



SQL - União de Consultas


Uniões 

Podemos eventualmente unir duas linhas de consultas simplesmente utilizando a palavra reservada UNION. 

Liste todos os empregados que tenham códigos < 10 ou Funcionários que trabalhem em departamentos com código maior que 10. 

Resp: Poderíamos resolver esta pesquisa com um único Select, porém devido ao fato de estarmos trabalhando em nosso exemplo com apenas duas tabelas não conseguimos criar um exemplo muito adequado para utilização deste recurso. 

Select * From Emp Where EmpNume < 10

Union (Select * From Emp Where DepNume < 10);


SQL - Relatórios

PARTE III - Relatórios 

Comando: 

REPORT DISTINCT / UNIQUE [atributo(s)] REPORTTOP PAGETOP TOP DETAIL NONE BOTTOM PAGEBOTTOM REPORTBOTTOM FROM [tabelas] [WHERE clausula-where] [GROUP BY clausula-grupo] [ORDER BY clausula-order by]; 

Como exemplo converteremos um simples Select em um Report, temos: 

SELECT EMPNOME FROM EMP WHERE DEPNUME = 1000; REPORT DETAIL EMPNOME WHERE DEPNUME = 1000; 

Podemos direcionar a saída de um relatório tanto para um arquivo como para uma impressora. 

Para um arquivo: REPORT ON “RELAT.DAT” ... 

Para uma impressora: REPORT ON LP:” ... 

Agora incrementando um report temos: 

REPORT REPORTTOP COL 10, “*** RELATORIO DE FUNCIONARIOS *** “, TODAY %Q”DD/MM/YY”, SKIP, 
COL 10, “=================================“, SKIP 2 DETAIL COL 10, NOME %C22, SALARIO %FS, ADMISSAO %Q”DD/MM/YY” EPORTBOTTOM COL 10, “=================================“, SKIP, COL 20, “TOTAL:”, TOTAL(SALARIO) FROM EMP ORDER BY NOME; 

Onde: 

REPORTTOP 
- O que sera impresso no topo do relatório. 

PAGETOP 
- Impresso em cada topo de pagina. 

TOP
- Impresso em cada Topo do Sort-Grupo do relatório. 

DETAIL 
- O que sera impresso em cada linha. 

NONE 
- Se não tiver resultado o select, não sera impresso o relatório. 

BOTTOM 
- Impresso em cada Bottom do Sort-Grupo do relatório 

PAGEBOTTOM 
- O que sera impresso no rodapé de cada pagina. 

REPORTBOTTOM 
- O que sera impresso no rodape do relatório. 


Formatos: 

%C - caracter %
D - data 
y - ano, 
n - mes numérico, 
a - mes alfanumérico, 
d - dia, 
j - dia e ano juliano 

Exemplo: 
%D”dd/mm/yy” %
I - inteiro 

%FSZ onde: 
%F - ponto flutuante 
S - separador de 3 digitos e decimal point 
Z - zeros serão suprimidos 

%Q - data %
J - Hora 
h - hora, 
m - minutos, 
s - segundos 
%T - hora 

E temos as funções: TOTAL, AVERAGE, MAXIMUM, MINIMUM

SQL - Inserções, Alterações e Exclusões


SQL - Inserções, Alterações e Exclusões 

Uma linguagem direcionada a extração de informações de um conjunto de dados, em tese não deveria incorporar comandos de manipulação dos dados. 

Devemos observar contudo que a mera existência de uma linguagem padronizada para acesso aos dados "convidava" os desenvolvedores a aderirem a uma linguagem "padrão" de manipulação de tabelas. 

Naturalmente cada desenvolvedor coloca "um algo mais" em seu SQL (SQL PLUS, SQL *, ISQL, e toda sorte de nomenclaturas), por um lado desvirtuando os objetivos da linguagem (padronização absoluta), mas em contrapartida otimiza os acessos ao seu banco de dados e por maior que sejam estas mudanças, jamais são tão importantes que impeçam que um programador versado em SQL tenha grandes dificuldades em se adaptar ao padrão de determinada implementação. 

De fato as diferenças entre o SQL da Sybase, Oracle, Microsoft, são muito menores dos que as existentes entre o C, o BASIC e o Pascal, que são chamadas de linguagens "irmãs", pois todas originam-se conceitualmente no FORTRAN. 

Podemos observar que todas as três linguagens mencionadas possuem estruturas de controle tipo "para" (for), "enquanto" (while) e repita (do..while, repeat..until). 

Todas trabalham com blocos de instrução, todas tem regras semelhantes para declaração de variáveis e todas usam comandos de tomada decisão baseadas em instruções do tipo "se" ou "caso", porém apesar de tantas semelhanças (sic), é praticamente impossível que um programador excelente em uma linguagem consiga rapidamente ser excelente em outra linguagem do grupo. 

Poderíamos arriscar a dizer que um excelente programador C que utilize a implementação da Symantech terá que passar por um breve período de adaptação para adaptar-se ao C da Microsoft. 

O que ocorreria então se este programador tiver que adaptar-se ao Delphi (Pascal) da Borland? 

De forma alguma o mesmo ocorrerá com o especialista em SQL ao ter que migrar do Banco de Dados X para o Banco de Dados Y. 

Naturalmente existirá a necessidade de aprendizado, mas este programador poderá ir adaptando-se aos poucos sem precisar ser retreinado, o que é um aspecto extremamente vantajoso para as empresas. 

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SQL - Inserir registros (Insert): 
INSERT INTO [] [VALUES

Exemplo: INSERT INTO DEPT; 
Possibilita a inserção de registros de forma interativa. 

INSERT INTO DEPT (DEPNUME,DEPNOME,DEPLOCA) VALUES (70,"PRODUCAO","RIO DE JANEIRO"); 
Possibilita a inserção de registros em tabelas sem digitação dos dados. 

Exemplo: Inserindo Dados em uma tabela: 
inser into curso_sql (id,nome,endereço,email) 
value (1,’Rogerio’,’Rua Bela Cintra’,rogerio@nrsystem.com);

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SQL - Atualizar registros (Update): 
Sintaxe: UPDATE SET = [WHERE ]; 
Sintaxe: UPDATE Tabela SET Campo = Valor;

Exemplo: UPDATE EMP SET EMPSALA = EMPSALA* 1.2 WHERE EMPSALA< 1000; 

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ALTER DATABASE
Para alterar o banco de dados é utilizado o comando ALTER seguido do seu nome e propriedade a ser alterada. 
Sua sintaxe é: ALTER DATABASE Nome Propriedade

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DROP DATABASE
A exclusão definitiva (irreversível) é possibilitada pelo comando DROP.  Sua sintaxe é: DROP DATABASE Propriedade Nome, e a exclusão de tabelas que são referenciadas em outras tabelas pode gerar problemas de inconsistência nas mesmas. 

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ALTER TABLE
Para deletar colunas de uma tabela usamos a sintaxe:  
ALTER TABLE Tabela DROP Campo

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SQL - Excluir registros (Delete) 
Sintaxe: DELETE FROM [WHERE ]; 
Sintaxe: DELETE FROM Tabela;

Ex: DELETE FROM emp WHERE EMPSALA > 5000; 

Transações Muitas vezes gostaríamos que determinado processo, caso fosse abortado por qualquer motivo, pudesse ser inteiramente cancelado. 

Imaginemos por exemplo um usuário digitando um pedido. 

Imaginemos ainda que o sistema possa reservar cada item solicitado de maneira "on line", ou seja ao mesmo tempo em que estou digitando a quantidade o sistema já "empenhe" uma quantidade equivalente no estoque. 

Imaginemos ainda que o sistema deve cancelar todas as operações se apenas um dos itens não puder ser atendido. 

Grande problema, caso não pudéssemos anular todos os processos a partir de determinada condição. 

Vamos simular tal ocorrência com nosso banco de dados EMP. Imaginemos que ao invés de digitarmos: 
DELETE FROM emp WHERE salario > 5000; 

nós tivéssemos digitado: 
DELETE FROM emp WHERE salario > 500; 

Ao invés de eliminarmos 2 registros, praticamente teríamos eliminado o banco de dados todo. 

Para evitarmos que um erro de digitação, ou um processo iniciado porém sem condição de ser completado integralmente comprometa todos nossos dados podemos criar uma transação que nos assegurará que nossos testes sejam bem sucedidos ou cancelados sem comprometer nossos dados. 

begin transaction; 
delete from emp where salario > 500; 
IF SQL_RECORDCOUNT > 20 THEN; 
ROLLBACK TRASACTION; 
else COMMIT; 
endif; 
end transaction; 


Visões:  Uma visão consiste basicamente de uma tabela derivada de outras tabelas. 

Considerando o exemplo TRABALHO, poderíamos criar uma visão baseada na Tabela de Empregados (EMP) e na Tabela de Departamentos (DEPT) onde tivéssemos somente os Nomes dos Funcionários e os Departamentos nos quais estes trabalhassem.  Teríamos algo assemelhado ao abaixo representado: 

CREATE VIEW EMP_DEP AS SELECT E.EMPNOME, D.DEPNOME FROM EMP E, DEPT D WHERE E.DEPNUME = D.DEPNUME; 

Devemos observar que: 

1- Uma visão definida sobre uma única tabela somente será atualizável se os atributos da tal visão contiverem a chave primária de tal tabela. 

2- Visões sobre várias tabelas não são passíveis de atualizações. 

3- Visões que se utilizam de funções de agrupamentos, também não poderão ser atualizadas.


SQL - Consultas SELECT

Parte II - Comandos de Consulta ao Esquema 

Devemos ressaltar que a linguagem SQL é utilizada tanto pelos profissionais responsáveis pelos dados, onde é ressaltada a figura do Administrador do Banco de Dados e dos Analistas de Dados, como também pelos desenvolvedores de Aplicações. 

Enquanto àqueles estão preocupados com o desempenho, integridade do Banco de Dados e utilizam toda gama de recusos disponíveis no SQL, estes estão preocupados apenas em "transformar dados em informações", portanto para os desenvolvedores costuma-se dizer que conhecer o "select" já basta.

Em nosso curso enfatizaremos a importância de TODOS os comandos do SQL, mas sabemos de antemão que os professores responsáveis pelas linguagens IDEO, Visual Basic e Delphi, ressaltarão a preponderância da instrução "select", que será apresentada a seguir: 

1) Seleção de todas os campos (ou colunas) da tabela de Departamentos. 
Resp: SELECT * FROM DEPT; 

O exemplo utiliza o coringa "*" para selecionar as colunas na ordem em que foram criadas. 

A instrução Select, como pudemos observar seleciona um grupo de registros de uma (ou mais) tabela(s). 

No caso a instrução From nos indica a necessidade de pesquisarmos tais dados apenas na tabela Dept. Where como base das Restrição de tuplas. 

A cláusula "where" corresponde ao operador restrição da álgebra relacional. Contém a condição que as tuplas devem obedecer a fim de serem listadas.  Ela pode comparar valores em colunas, literais, expressões aritméticas ou funções. 

A seguir apresentamos operadores lógicos e complementares a serem utilizados nas expressões apresentadas em where.

Operadores lógicos - significado: 
=  igual a 
>  maior que 
>=  maior que ou igual a 
<  menor que 
<=  menor que ou igual a 

Exemplos: 
SELECT EMPNOME, EMPSERV FROM EMP WHERE DEPNUME > 10; 
SELECT EMPNOME, EMPSERV FROM EMP WHERE EMPSERV = 'GERENTE'; 

O conjunto de caracteres ou datas devem estar entre apóstrofes (‘) na cláusula "where". 

2) Selecione todos os departamentos cujo orçamento mensal seja maior que 100000. 

Apresente o Nome de tal departamento e seu orçamento anual, que será obtido multiplicando-se o orçamento mensal por 12. 

Resp: Neste problema precisamos de uma expressão que é a combinação de um ou mais valores, operadores ou funções que resultarão em um valor. Esta expressão poderá conter nomes de colunas, valores numéricos, constantes e operadores aritméticos.

SELECT DEPNOME, DEPORCA * 12 FROM DEPT WHERE DEPORCA > 100000; 

3) Apresente a instrução anterior porém ao invés dos "feios" DepNome e DepOrca, os Títulos Departamento e Orçamento. 

Resp: Neste exemplo deveremos denominar colunas por apelidos. Os nomes das colunas mostradas por uma consulta, são geralmente os nomes existentes no Dicionário de Dado, porém geralmente estão armazenados na forma do mais puro "informatiquês", onde "todo mundo" sabe que CliCodi significa Código do Cliente. 

É possível (e provável) que o usuário desconheça estes símbolos, portanto devemos os apresentar dando apelidos às colunas "contaminadas" pelo informatiquês, que apesar de fundamental para os analistas, somente são vistos como enigmas para os usuários. 

SELECT DEPNOME "DEPARTAMENTO", DEPORCA * 12 "ORCAMENTO ANUAL" FROM DEPT WHERE DEPORCA > 100000; 

4) Apresente todos os salários existentes na empresa, porém omita eventuais duplicidades. 

Resp: A cláusula Distinct elimina duplicidades, significando que somente relações distintas serão apresentadas como resultado de uma pesquisa. 

SELECT DISTINCT EMPSERV FROM EMP; 

5) Apresente todos os dados dos empregados, considerando sua existência física diferente de sua existência lógica (ou seja devidamente inicializado). 

Resp: Desejamos um tratamento diferenciado para valores nulos. Qualquer coluna de uma tupla que não contenha informações é denominada de nula, portanto informação não existente. Isto não é o mesmo que "zero", pois zero é um número como outro qualquer, enquanto que um valor nulo utiliza um "byte" de armazenagem interna e são tratados de forma diferenciada pelo SQL. 

SELECT EMPNOME, EMPSALA + EMPCOMI FROM EMP; SELECT EMPNOME, NVL(EMPSALA,0) + NVL(EMPCOMI,0) FROM EMP; 

Observação: a função "NVL" é utilizada para converter valores nulos em zeros. 

6) Apresente os nomes e funções da cada funcionário contidos na tabela empresa, porém classificados alfabeticamente (A..Z) e depois alfabeticamente invertido (Z..A). 

Resp: A cláusula Order By modificará a ordem de apresentação do resultado da pesquisa (ascendente ou descendente). 

SELECT EMPNOME, EMPSERV FROM EMP ORDER BY EMPNOME; 
SELECT EMPNOME, EMPSERV FROM EMP ORDER BY EMPPNOME DESC; 

Nota: Também é possível fazer com que o resultado da pesquisa venha classificado por várias colunas. Sem a claúsula "order by" as linhas serão exibidas na sequência que o SGBD determinar. 

7) Selecione os Nomes dos Departamentos que estejam na fábrica. 

Resp: SELECT DEPNOME FROM DEPT WHERE DEPLOCA = "SAO PAULO"; 

O exemplo exigiu uma restrição (São Paulo) que nos obrigou a utilizar da instrução Where. Alguns analistas costumam afirmar em tom jocoso que SQL não passa de "Selecione algo De algum lugar Onde se verificam tais relações" Acreditamos que esta brincadeira pode ser útil ao estudante, na medida em que facilita sua compreensão dos objetivos elementares do SQL. 

Demais Operadores Operador Significado between ... and ... entre dois valores ( inclusive ) in ( .... ) lista de valores like com um padrao de caracteres is null é um valor nulo 

Exemplos: 

SELECT EMPNOME, EMPSALA FROM EMP WHERE EMPSALA BETWEEN 500 AND 1000; 

SELECT EMPNOME, DEPNUME FROM EMP WHERE DEPNUME IN (10,30); 

SELECT EMPNOME, EMPSERV FROM EMP WHERE EMPNOME LIKE 'F%'; 

SELECT EMPNOME, EMPSERV FROM EMP WHERE EMPCOMI IS NULL; 

O símbolo "%" pode ser usado para construir a pesquisa ("%" = qualquer sequência de nenhum até vários caracteres). Operadores Negativos operador descrição <> diferente not nome_coluna = diferente da coluna not nome_coluna > não maior que not between não entre dois valores informados not in não existente numa dada lista de valores not like diferente do padrao de caracteres informado is not null não é um valor nulo 

8) Selecione os Empregados cujos salários sejam menores que 1000 ou maiores que 3500. 

Resp: Necessitaremos aqui a utilização de expressão negativas. A seguir apresentamos operadores negativos. 

SELECT EMPNOME, EMPSALA FROM EMP WHERE EMPSALA NOT BETWEEN 1000 AND 3500; 

9) Apresente todos os funcionários com salários entre 200 e 700 e que sejam Vendedores. 

Resp: Necessitaremos de consultas com condições múltiplas. 

Operadores "AND" (E) e "OR" (OU). 

SELECT EMPNOME, EMPSALA, EMPSERV FROM EMP WHERE EMPSALA BETWEEN 700 AND 2000 AND EMPSERV = 'VENDEDOR'; 

10) Apresente todos os funcionários com salários entre 200 e 700 ou que sejam Vendedores. 

Resp: SELECT EMPNOME, EMPSALA, EMPSERV FROM EMP WHERE EMPSALA BETWEEN 700 AND 2000 OR EMPSERV = 'VENDEDOR'; 

11) Apresente todos os funcionários com salários entre 200 e 700 e que sejam Vendedores ou Balconistas. 

Resp: SELECT EMPNOME, EMPSALA, EMPSERV FROM EMP WHERE EMPSALA BETWEEN 700 AND 2000 AND ( EMPSERV = 'BALCONISTA' OR EMPSERV = 'VENDEDOR' ); 



SQL - CREATE DATABASE

PARTE I - Comandos de Modificações do Esquema e Criação de Banco de Dados


Os bancos de dados podem utilizar conjuntos de caracteres específicos dependendo da linguagem utilizada (idioma) sendo que, os mais utilizados são: Latin1 e UTF-8 (codificação de caracteres específicos: acentos, ç, etc.). 


Comando Create 

Este comando permite a criação de tabelas no banco de dados ou mesmo de sua criação. 


O primeiro comando para criação de um banco de dados em SQL é: CREATE DATABASE_Nome (nome sem espaços e caracteres especiais). 

Sintaxe: CREATE DATABASE < nome_db >; 

onde: nome_db - indica o nome do Banco de Dados a ser criado.

Sintaxe: CREATE TABLE < nome_tabela > ( nome_atributo1 < tipo > [ NOT NULL ], nome_atributo2 < tipo > [ NOT NULL ], ...... nome_atributoN < tipo > [ NOT NULL ] ) ; 

onde: 

nome_table - indica o nome da tabela a ser criada. 

nome_atributo - indica o nome do campo a ser criado na tabela. tipo - indica a definição do tipo de atributo ( integer(n), char(n), real(n,m), date... ). 

n- número de dígitos ou de caracteres m- número de casas decimais 

Agora vamos criar uma tabela. Use o editor para salvar em um arquivo ou digite na linha de comando do ISQL. 

CREATE TABLE CURSO_SQL 
(ID INT UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
NOME VARCHAR(45) NOT NULL, 
ENDERECO VARCHAR(45) NOT NULL, 
EMAIL VARCHAR(45) NOT NULL, 
PRIMARY KEY (id) ) 
CHARACTER SET utf8 COLLATE utf8_general_ci; 


ATRIBUTOS 

• NULL / Not NULL – Permite ou não valores nulos 

• Unsigned / Signed – Permite ou não números negativos 

• Auto-increment – Gera sequencia de contadores (1, 2, 3, ...) 

Os tipos de dados char e varchar armazenam dados compostos do seguinte: 

• Caracteres maiúsculos e minúsculos, como a, b e c. 

• Numerais, como 1, 2 e 3. 

• Caracteres especiais, como arroba, (@), E comercial (&) e ponto de exclamação (!). 

VARCHAR - Tipo de dado que trabalha sem completar com espaços em branco a área não utilizada da string opostamente ao tipo VAR

CREATE DATABASE TRABALHO; 

O comando acima criou um Banco de Dados, porém este na verdade não passa de uma abertura no diretório, pois não conta com nenhuma tabela. 

Agora criaremos as tabelas que estarão contidas no Banco de Dados TRABALHO. 

A primeira Tabela será a de Departamentos (DEPT). Esta tabela conterá além dos campos também sua chave primária, suas chaves estrangeiras e também seus índices. 

A segunda tabela será a de Empregados (EMP), que também será criada. 

Não devemos esquecer de primeiramente abrirmos o Banco de Dados. Diferentemente do que ocorre em alguns aplicativos, em SQL o fato de criarmos um Banco de Dados, não significa que o banco recém criado já está preparado para utilização.  A instrução a seguir, providencia a abertura do Banco de Dados criado. 

OPEN DATABASE TRABALHO; 

Agora estamos prontos para criarmos as tabelas necessárias. 

Lembrando que o arquivo TABS.SQL, contém todas as instruções necessárias para criação do Banco de Dados Trabalho e de suas tabelas. 

Já o Arquivo DADOS.SQL irá popular estas tabelas. 

Para efeitos didáticos, criamos as tabelas de forma que sua população, em outras palavras os dados, sejam facilmente referenciáveis pelos estudantes. 

Assim sendo, na tabela de departamentos, contamos com 5 departamentos, cada um deles tendo seu gerente. 

Todos os “gerentes” tem nomes de cantoras brasileiras (Gal Costa, Marina Lima, etc), todos os “operários” tem nomes de jogadores de futebol, todas as vendedoras tem nomes de jogadoras de volei, todas as balconistas tem nome de jogadoras de basquete e o presidente da empresa exemplo, tem o mesmo nome do presidente do Brasil. 

Desta forma os testes devem resultar em grupos bastante definidos. 

Assim se você estiver listando Gerentes e aparecer um homônimo da Ana Paula (jogadora de volei), verifique sua query atentamente, pois muito provavelmente a mesma estará errada. 

A seguir código necessário a criação da tabela Departamento e seu índice: 

create table Dept ( DepNume integer(4) not null, 
DepNome char(20) not null, 
DepLoca char(20) not null, 
DepOrca integer(12,2), 
primary key (DepNume) ); 
create unique index DepNum on Dept (DepNume asc); 

Note-se que a chave primária já está definida juntamente com o registro da tabela. 

A criação do índice, que por razões óbvias deve ser criado após a tabela, naturalmente é um comando totalmente independente do primeiro create, que serviu para criar a tabela e suas característica básicas. 

Vamos analisar o código necessário para a criação da tabela de empregados, apresentado a seguir: 

create table Emp (EmpNume integer(5) not null, 
EmpNome char(30) not null, 
EmpGere integer(5) , 
EmpServ char(20) , 
DepNume integer(4) not null, 
EmpAdmi date not null, 
EmpSala integer(10,2), 
EmpComi integer(10,2), 
primary key (EmpNume), 
foreign key has (DepNume) references Dept on delete restrict on update cascade ); 
create unique index EmpNum on Emp (EmpNume asc); 
create index EmpDep on Emp (DepNume asc); 

A Tabela de Empregados não poderia ter sido criada antes da Tabela de Departamento, pois contém uma referência direta àquela tabela. 

Quando declaramos que DepNume é chave estrangeira, promovemos de fato a ligação do cadastro de empregados como o cadastro de departamentos. 

Ao restringirmos as exclusões, permitimos a existência de funcionários não alocados a nenhum departamento. Apesar desta prática ser contrária a tese de que devemos possuir apenas tuplas perfeitamente relacionáveis em nossas tabelas, podemos deixar esta pequena abertura, pois um usuário que excluísse inadivertidamente determinado departamento, acabaria por excluir também uma grande quantidade de funcionários, que estivessem ligados a este departamento. 

Já a atualização em cascata dos códigos de departamento é uma boa providência, na medida em que teremos, uma vez alterado algum código de departamento, a atualização imediata de todos os funcionários pertencentes ao departamento cujo código foi modificado. 

Observações: 

1- Observar que os índices são parte intrínseca das tabelas. 

2- A integridade relacional é garantida pelo Banco de Dados e não pelo aplicativo. 

3- Exclusões ou Alterações em Chaves Primárias, podem acarretar exclusões, anulações ou até mesmo perda de integridade nas tabelas onde esta chave primária existir como chave estrangeira. 

Portanto é imprescindível muito cuidado quando da elaboração do Banco de Dados. 

Uma tentação muito comum ao estudante é começar criando as tabelas do Banco de Dados sem prévia Normalização. 

Este talvez seja o melhor caminho para perder-se tempo em vão, pois quando você terminar de projetar suas telas de entrada de dados, notará "que nada funciona!". 

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Comando Drop 

Este comando elimina a definição da tabela, seus dados e referências. 

Sintaxe: DROP TABLE < nome_tabela > ; 
Exemplo: DROP TABLE EMP; 

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Comando Alter 

Este comando permite inserir/eliminar atributos nas tabelas já existentes. 

Comando: ALTER TABLE ADD / DROP (nome_atributo1 < tipo > [NOT NULL], nome_atributoN [NOT NULL] ) ; 

Não existe nenhum comando SQL que permita eliminar algum atributo de uma relação já definida. 

Assim caso você desejar eliminar uma chave primária devidamente referenciada em outra tabela como chave estrangeira, ao invés de obter a eliminação do campo, obterá apenas um erro. Além do comando DROP que poderá eliminar uma tabela e suas relações, também podemos criar uma relação que tenha os atributos que se deseja, copiar-se a relação antiga sobre a nova e apagando-se então a relação que originalmente desejávamos eliminar. 

Exemplo: ALTER TABLE DEPT ( ADD DEPSALA DECIMAL (10,2) );